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riscos_e_rabiscos

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Ai o meu rico bloguinho...

Meu rico bloguinho que tem estado tão abandonadinho desde a semana passada! Mea culpa, mea culpa!

 

O N. teve direito a ponte e assim que aqui chegou, zarpámos para o nosso castelo altaneiro. Era noite de Halloween e o céu estava maravilhosamente estranho. E o que é que me deu para fazer enquanto o N. fumava à janela? Fotografar a lua e o céu! Acho que nenhuma foto lhe fez jus mas aqui está uma amostra...

Como esta noite era realmente especial, o N. também trouxe um petiscoà altura... Já alguma vez tinham visto isto? Apreciem só os dentinhos...
Sabem o que lhe aconteceu? Acabou cortado às postas, passado por farinha e frito em óleo a escaldar! Bela vingança, não? Já agora, o peixinho é um lúcio-perca, um peixe do rio portanto, com uma carne branquinha deliciosa e espinhas? Só a do meio! Excelente!
Ainda fomos à apanha da azeitona... à janela! Demos muito apoio moral aos sinhores apanhadores de zeitonas e só tenho pena que eles não tenha retribuído com um baldinho de azeitonas... Grunf!
Foi um fim de semana prolongado caseiro por causa do tempo e porque a princesa Pepper e o seu príncipe N. também precisam de descansar e depois o fiel escudeiro Pimentinha ficou com febre e teve de receber muito miminhos e remedinhos. como levou a tosquia pré-inverno, ficou carequita e com mais frio e eu, ciente do bem-estar do meu bichinho, desatei a fazer-lhe uma nova camisolinha em tricot. Errr... foi pena não a ter conseguido acabar... :/

E foi assim um fim de semana de descanso para recompor as energias para lidar com a pior turma que alguma vez tive, logo no primeiro dia da semana. É dose!

Não se roam de inveja mas...

... se ficarem um bocadinho com vontade do mesmo, já fico contente! {#emotions_dlg.sarcastic} 

 

Tenho a informar-vos que: amanhã é o meu último dia de trabalho antes do fim de semana prolongado. Ah pois é! Aqui a Miss Pepper, apesar de um dos trabalhos ser mesmo em Lisboa city, não está lá às segundas-feiras. Mas como no outro trabalho, a maioria dos pais trabalha na capital, em vez de se encerrar a escola no dia do feriado da cidade onde fica, encerra-se no feriado de Lisboa. Assim, fico com quatro dias de pausa - e que bem preciso! - para tentar descansar (ou pelo menos abrandar o ritmo), arrumar o castelo altaneiro, usufruir do meu Hellzinho e do meu Pimentinha, fazer coroas de papel para os meus reizinhos usarem na festa final e ainda... corrigir alguns testes (blergh!).

 

Se vejo chegar as 5 horas de amanhã, até dou três pulinhos de contente... Ai dou, dou!!! Iupiiii!!!

 

Tuga´s Holidays Plans

 

Os Tugas são um povo muito engraçado e sui generis. Têm habitos de vivência, sobrevivência e convivência algo estranhos.

Se há uma coisa de que os tugas gostam é de dias de ócio. Não importa se são folgas, feriados ou fins-de-semana prolongados. Todos anseiam por umas mini-férias, de uns dias fora do seu habitat "normal".

Seguem em família (tuga-mãe, tuga-pai e tuga-filhos) nos seus veículos atulhados de tralha, ou seja meia casa,  para os destinos desejados: Santa terrinha ou praia. É vê-los felizes e contentes, voando estradas afora para chegar primeiro do que os outros.

Mas estes são os felizardos que têm uns trocos que podem dispensar para "extras".

Então e os outros cuja conjuntura económica não lhes é favorável? Como será que reagem perante fins-de-semana grandes?

Com as construções gigantescas de grandes centros de consumo, o Tuga dispensa largas horas a desfilar - quer só, quer em família - pelos longos corredores, em busca de bens cobiçados.

Outros dirigem-se a outros tipos de centros de consumo mas, desta vez, de bens necessários à sua sobrevivência. Ou pelo menos espera-se que grande parte deles o seja.

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É aqui que conseguimos observar como o Tuga interage em grupo. Como respeita o seu espaço e o dos outros. Parecem formigas trabalhadeiras mas da forma mais desorganizada possível. Instrumento de recolha de alimentos para um lado - de preferência no meio do caminho dos outros - correria para o outro, bens alímenticios indesejados largados ao acaso e até rebeliões em filas de espera!

 

Como eu pertenço ao grupo dos desfavorecidos pela conjubtura económica, limitei-me a ficar pelo meu habitat natural. E como tal, segui a linha orientadora dos outros tugas... Adivinhem onde me fui meter? Isso mesmo! Como temos de alimentar a estrutura que suporta cada Tuga, fui em busca de bens alimentícios... e como não me chegou num dia, tive de ir em dois!!!

Agora digam lá, não havia coisas melhores para fazer do ir-me enfiar nas compras dois dias seguidos? Tugas... bah!